Atualizado: 29 de Setembro, de 2017

Alguém acreditou em mim – Cátia

“Vivi durante oito anos com os meus avós porque a minha família passava muita fome, a ponto de não termos um pão na mesa.

O meu avô era alcóolico, o que o tornava muito agressivo com a minha avó e, por isso, um dia, tentei matá-lo, com oito anos de idade. Mais tarde, voltei para casa dos meus pais, já numa situação económica estável. A minha mãe era empresária, mas eu continuava vazia e com traumas, os quais foram aumentando, por ter sofrido bullying, tanto físico como psicológico, durante quatro anos. Isso fez com que pensasse no suicídio e o tentasse mais de 10 vezes, levando a que me isolasse, deixasse de comer e, por fim, entrasse em depressão profunda. Em casa, as discussões, a agressividade e o desprezo aumentavam cada vez mais e a família separou-se, tornámo-nos apenas um grupo a viver juntos.

Acabei por mudar de escola e tornei-me uma jovem muito rebelde e agressiva, passando a ser eu a vitimar outros jovens. Envolvi-me com más amizades, roubos e relacionamentos frustrados, o que originou uma frustração ainda maior. Também via vultos e ouvia vozes.”

Foi no estado acima descrito que Cátia chegou. “Recebi um convite de uma jovem na rua, que me falou sobre o Força Jovem Universal e das atividades do grupo e, assim, comecei a ir, pois já tinha batido em tantas portas e nenhuma me tinha ajudado de facto e de verdade.

Hoje, a realidade é que não sinto mais nenhum vazio, frustração, traumas ou mágoas e a minha família foi transformada num todo. Atualmente, sou uma jovem feliz, com visão, independente e realizada!”, conclui feliz.

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